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03/06/2019
Pais e mães participam de roda de conversa sobre profissões com alunos do 2º EM

Decidir qual profissão seguir nem sempre é uma tarefa fácil. Ainda mais nos dias de hoje, com tantas opções e novas demandas. Nessa hora, é importante contar com ajuda. O Projeto de Orientação Profissional do Anglo, desenvolvido pelo Núcleo de Atuação Psicopedagógica (NAP), deu aquela força aos alunos do 2º EM e reuniu um grande e experiente time para um bate-papo. Pais e mães que atuam na Medicina, no Direito e na Odontologia vieram ao Anglo participar de uma roda de conversa com as turmas na sexta-feira, 31.
 
 
Ao todo, 16 pais e mães marcaram presença na roda de conversa. Eles comentaram sobre como escolheram qual faculdade queriam fazer e como, dentro da profissão, decidiram em qual área atuar. Alguns já sabiam desde criança qual profissão iriam seguir, como Valquíria Cavalcanti, mãe de Maria Antônia. Ela se formou em Medicina e, hoje, atua num local bem diferente dos consultórios médicos. Valquíria é auditora fiscal do trabalho, e atua fiscalizando companhias e orientando empresários e trabalhadores quanto às regras de saúde no ambiente profissional.
 
 
Outros, como Fabiana Santos, mãe de Maria Fernanda, tiveram que rever suas escolhas, mas se descobriram na profissão que escolheu. “Meus pais são engenheiros civis e eu queria fazer Engenharia Civil, mas como o mercado estava em baixa na época que fiz o vestibular e eu gostava muito de Exatas, optei por Medicina. Um dia, fui a uma aula de Engenharia de primeiro semestre com uma colega de escola, e pensei ‘graças a Deus que não estou aqui’. Adoro Matemática, mas aquele curso não era para mim”, afirmou.
 
 
Os pais também mostraram que as possibilidades dentro de cada profissão são muito amplas. No Direito, por exemplo, o profissional pode ser advogado, delegado, procurador, promotor, juiz, entre muitas outras alternativas. 
 
Além de conversar e responder perguntas, os pais deram conselhos aos alunos. Um dos mais importantes foi o de Ana Thereza Gomes, mãe de Bernardo Oliveira. “Vocês devem escolher aquilo que o coração manda. Porque é você, sozinho, que vai acordar todas as manhãs e encarar a profissão. Lembrem que a gente pode mudar de ideia e trocar de profissão, até porque a escolha é feita muito cedo. Mas a gente tem que ir para onde o coração bate mais forte. Quando o coração escolhe, o dinheiro é uma consequência”, ressaltou.

 



 
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